segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

menor que três

olho para trás.
só vejo caminhos.
uma teia de impulsos que nos trouxe até nós,
sinapses seguidas do que resta de momentos,
tão quentes de recordar e tão inconcebivelmente impossíveis de esquecer...

foi fruto do nosso amor o meu furor em viver,
tão longe em tempos e tão perto agora,
neste momento que durará para sempre,
embalado no equilíbrio do cosmos, em perfeita harmonia.

somos, na fabulosa sinfonia do que somos e seremos, serenos com tudo.


o nosso próprio abrigo.
fogo um do outro.

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