e logo nos deixam à mercê do vento e ao sabor da maresia.
nunca ninguém sabe porquê mas todos nós damos tantas voltas...
saboreamos a vida, toda ela!, celebramos iras!
passamos que nem hidras, mais cabeças mas menos testas
e quem nos culpa?, alguém que não seja como nós!,
mas quem, que não seja ninguém?, um povo de festas,
de grande alarido e ergamos a nossa voz!
avante irmãos, face à nossa perdição!
é tudo para nós, sejam escutados!
está tudo nas nossas mãos, filhos,
agarrem o que vos for dado!
será tarde p'ra sarilhos
e pobres já no fundo,
rendidos de tudo.
caos taciturno
e paz, só.
de todos
nós.
"O homem é mortal por seus temores e imortal pelos seus desejos"
-Pitágoras
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